Literatura · Ensino fundamental · 0 de 10 aulas prontas
Histórias que o povo conta
Contos, cordel, poesia e teatro: o prazer de ler desde o começo.
Disciplina
Literatura · Ensino fundamental · 0 de 10 aulas prontas
Contos, cordel, poesia e teatro: o prazer de ler desde o começo.
Literatura · Ensino médio · 1 de 7 aulas prontas
Um guia para começar a ler o maior escritor brasileiro sem medo.
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Literatura · Ensino médio · 0 de 12 aulas prontas
Das cartas dos colonizadores à literatura das periferias.
Literatura · Ensino superior · 0 de 10 aulas prontas
Como se estuda a literatura e o que ela diz sobre a sociedade.
Literatura · Domínio público · Inglês
George Orwell, 1949
Um Estado que vigia tudo, reescreve o passado e controla até a linguagem. Em domínio público no Brasil desde 2021; o link leva ao original em inglês, pois as traduções têm direitos próprios.
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Eça de Queirós, 1901
Um milionário entediado em Paris, cercado de máquinas, redescobre a vida ao voltar para as serras de Portugal.
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Máximo Górki, 1906
A mãe de um operário revolucionário russo deixa o medo para trás e entra na luta. Um clássico da literatura socialista, em tradução portuguesa antiga.
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Machado de Assis, 1874
Romance da primeira fase de Machado: três pretendentes e uma moça que sabe muito bem o que quer.
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George Orwell, 1945
Os animais de uma fazenda expulsam o dono e os porcos tomam o poder. Fábula que o autor, socialista, escreveu como crítica ao rumo da União Soviética sob Stalin. Em domínio público no Brasil desde 2021; o link leva ao original em inglês, pois as traduções têm direitos próprios.
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Camilo Castelo Branco, 1862
O mais conhecido romance do romantismo português: um amor impedido por duas famílias inimigas.
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Machado de Assis, 1899
Bento Santiago, já velho, reconstrói a própria vida para entender o ciúme que sentiu de Capitu e do amigo Escobar. O leitor nunca sabe se pode confiar no narrador, e é essa dúvida que fez do romance um dos mais discutidos da língua portuguesa. Edição com a ortografia da época.
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Machado de Assis, 1904
Dois irmãos gêmeos que brigam desde o ventre, um monarquista e outro republicano, na passagem do Império para a República.
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José de Alencar, 1865
Romance indianista que conta, em prosa poética, o encontro entre uma indígena tabajara e um colonizador português. Vale ler com olhar crítico sobre a imagem do indígena que ele ajudou a criar.
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Florbela Espanca, 1919
O primeiro livro de sonetos de uma das maiores poetas da língua portuguesa.
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Machado de Assis, 1908
O último romance de Machado, em forma de diário, ambientado nos anos da abolição da escravatura.
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Machado de Assis, 1881
Um defunto resolve contar a própria vida, começando pela morte. Com ironia e capítulos curtíssimos, Brás Cubas expõe a vaidade e o vazio da elite do Rio de Janeiro do século XIX. Edição com a ortografia da época.
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Raul Pompeia, 1888
As memórias de um menino em um internato de elite do Rio de Janeiro, onde se aprende, antes de tudo, a lei do mais forte.
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Aluísio Azevedo, 1890
A vida em uma habitação coletiva do Rio de Janeiro no fim do século XIX: trabalhadores, imigrantes, lavadeiras e o dono que enriquece à custa de todos.
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Eça de Queirós, 1875
Crítica feroz à hipocrisia do clero e da pequena burguesia de uma cidade portuguesa de província.
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Cesário Verde, 1887
A poesia que pôs em verso a cidade moderna: as ruas de Lisboa, os operários, as vendedoras, o cheiro do gás.
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Homero, tradução de Samuel Butler
A longa volta de Odisseu para casa depois da Guerra de Troia: ciclopes, sereias, deuses contrariados e uma esposa que o espera. Tradução inglesa em prosa.
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Luís de Camões, 1572
Poema épico em dez cantos que narra a viagem de Vasco da Gama à Índia e, por meio dela, a história de Portugal. É a obra central da poesia em língua portuguesa.
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Eça de Queirós, 1888
A decadência de uma família rica de Lisboa, retrato de uma elite que fala muito e não faz nada.
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Victor Hugo, 1862
A história de Jean Valjean, condenado por roubar um pão, e de um povo que ergue barricadas em Paris. Texto em inglês.
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Machado de Assis, 1882
Reunião de contos que inclui "O Alienista" e "Teoria do Medalhão", duas obras-primas da ironia machadiana.
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Machado de Assis, 1891
Rubião, um professor do interior, herda a fortuna do filósofo Quincas Borba com uma condição: cuidar do cachorro de mesmo nome. No Rio de Janeiro, o dinheiro atrai falsos amigos e a razão começa a lhe escapar. Edição com a ortografia da época.
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Almeida Garrett, 1846
Mistura de relato de viagem, novela e conversa com o leitor, é um marco da prosa moderna em português.
Ler em Project Gutenberg ↗Obras reunidas a partir de catálogos abertos, com link direto para a fonte. A ficha é mais simples que a das obras selecionadas pela curadoria. A presença de uma obra aqui não significa concordância com o que ela diz.